Fresh face

Screen Shot 2018-03-15 at 7.45.30 pm
Hoje saí de casa sem maquilhagem. Não é, na minha opinião, o meu melhor look.
Cresci a ser super feminina e vaidosa, vendo sempre a minha mãe a aplicar maquilhagem e tornar-se miraculosamente linda e perfeita. Na escola levei na cabeça uma ou duas vezes, por professores, porque estava a usar maquilhagem.
Só quando me mudei para Londres é que comecei a habituar-me a ir de cara lavada ao supermercado, ao fim-de-semana. Sem maquilhagem não sou eu.
Cada vez mais tenho saído à rua só com creme hidratante para passear – o que deixa o namorado feliz. Não que ele tenha algum problema em eu usar maquilhagem mas diz-me sempre que eu devia deixar a minha pele respirar mais vezes.
Eu não estou habituada a ir trabalhar sem maquilhagem. Aconteceu hoje, porque me esqueci da porcaria da bolsinha das maravilhas em casa. Por momentos (durante uma hora e tal) senti que o meu dia estava completamente arruinado e fiquei de rastos. Senti uma vontade extrema de voltar atrás, ir a casa e trazer a minha make-up, mesmo que isso fizesse com que eu chegasse meia hora atrasada (ridículo, eu sei). Para além de me sentir feia, ainda me senti enraivecida pelo meu esquecimento.
Depois desta saga de pensamentos de caca que me ocorreram, apercebi-me – e culpo o yoga – ‘pó caraças, quem quer saber se eu não tenho maquilhagem? Eu sou mais do que um batom e um blush, sou um ser humano que merece ser valorizado e estou feliz com a minha vida, pelo que só pode ser um bom look!’. Ao mesmo tempo a minha mãe enviou-me uma mensagem a dizer “Não te preocupes, usa o teu melhor sorriso e estás linda!”
Na semana passada comecei a praticar yoga de novo e desde então comecei a olhar para a vida com outros olhos, a ter pensamentos mais positivos. Não vou deixar que as coisinhas pequeninas me estraguem o dia, se elas não são um big deal.
Eu sou bonita como sou, sou uma criatura maravilhosa e o meu sorriso é muito mais do que um blush, corrector de olheiras ou um batom da Chanel. E tu também.
Todos vós.
PS- Obrigada à minha bff que me tentou acalmar! 🙂


Today I left home without any make-up. Not a good look, if you ask me.
I’ve grown up being super feminine and vain, always watching my mum applying make-up and looking miraculously beautiful and flawless. In high school I was told off once or twice, by teachers,  because I had make-up on.
It was only until I moved to London that I was able to leave home without make-up to go shopping for groceries over the weekend. Me without make-up does not feel like me. 
More and more I am getting used to wear my fresh face to go places – which makes the boyfriend proud. Not that he has any issue with me wearing make-up whatsoever but he says I should leave my skin to breathe more often.
I am not used to go to work without make-up. It happened today because I left the bloody wonder bag at home. For moments (around an hour or so) I felt like my day was ruined. I felt the urge to go back home to grab my make-up bag even if that meant arriving half an hour late (ridiculous, I know). I felt anger inside and that I looked ugly AF.
After all this shit thoughts running through my mind, I finally realised – and I blame yoga for this – ‘fuck it, who cares if I don’t have make-up? I am more than blush and lipstick, I am a human being that is worth taking care off, and I am happy where I am now, that has to be a good look!’. At the same time, my mum texted me saying “Don’t worry, wear your biggest smile and you’ll look great!”
Since last week, I’ve started practising yoga again and I’ve started having a different view of life, more positive thoughts. I am not letting the little things that would spoil my day to do so, if they are not that big of a deal.
I am beautiful as I am, I am a wonderful creature and my smile is more than a blush and concealer and fancy lipstick. So are you.
All of you!
PS- Big thanks to my bff that tried to calm me down! 🙂

Advertisements

my heart is in Amsterdam-oh-dam-dam

Goedemorgen! Como vai esse fim-de-semana?
Por aqui não me queixo 🙂 Foi há uma semana que regressei à realidade, mas não é assim tão terrível quando se volta para uma cidade à qual chamamos de lar.
No entanto Amesterdão é uma forte candidata ao título.
Foi a terceira vez que visitei a cidade, mas a primeira dele. Desta vez optei por usar o tempo de forma preciosa a explorar a cidade. Não há nada mais gratificante que descobrir recantos duma cidade já conhecida.
Voltei ao melhor sushi da cidade – com a Malin, como é óbvio – um restaurante chamado SUMO. Funciona de uma maneira organizada, em que cada mesa tem direito a 6 rondas e em cada ronda cada pessoa tem direito a pedir 5 pratos/peças.
Visitei também o Body Worlds: O Projecto Felicidade – “uma exposição que exibe corpos humanos com a técnica da plastinação”, e vale tanto a pena, recomendo.
O namorado arrastou-me até ao A’DAM Lookout, já que por mim ficava-me apenas pela vista. Ele insistiu e eu andei no baloiço mais alto da Europa, a 100m do solo. Paniquei mas valeu tanto a pena. A vista de 360º sob Amesterdão é impressionante.
O último highlight dos meus 4 dias em Amsterdão é um mercado que adoro visitar sempre que lá vou, o Bloemenmarkt (Mercado das Flores). Adoro flores, mas o que gosto mais é que este mercado flutua num canal da cidade. O que há para não gostar?
Vou recomendar também a ficarem no Hotel Iris, localizado a 20min do centro, e cuja vista para o canal é soberba. E ao desfrutar desta vista enquanto ele ainda dormia, fui pesquisar “best pancakes of Amsterdam” e encontrei o The Happy Pig Pancake Shop – Ó Minha Nossa…. não estão a perceber! Só experimentando.
As imagens valem mais do que as minhas palavras, mas menos do que a minha memória e promessa de regresso.

Goedemorgen! What are you up to this weekend?
I can’t complain 🙂 I’m back to reality for a week already. It’s not that bad when you come back to a city you call home.
But Amsterdam is a good candidate for that title.
It is my third time in this city, but his first one. This time, I decided to use my precious time to explore the city. There’s no better sensation in the world than to discover new places of a city you’ve already been to.
I went back to the best sushi in town – obviously with Malin – to a restaurant called SUMO. That works in an organised way that each table is entitled to 6 rounds and with each round each person can order up to 5 items/pieces.
Also went to see the Body Worlds: the Happiness Project – “exposition of dissected human bodies that have been preserved through the process of plastination”, so much worth it. I recommend.
I was, nearly, dragged to the A’DAM Lookout. If I could choose, I would been happy with the 360º view of Amsterdam, but he insisted, so we went on the highest swing of Europe – 100m tall. I did panic, but it was so worth it.
The last highlight of my 4 days in Amsterdam is this market that I love to visit every time I am there, the Bloemenmarkt (Flower Market). I love flowers, but I love even more the fact that this market is floating on a canal. What’s not to love?
I’ll also recommend you to stay in Hotel Iris, just 20min walk from the city centre and with the superb view of the canal. While appreciating these views I googled “best pancakes of Amsterdam” and came across The Happy Pig Pancake Shop – OH MY…. you gotta try it.
The images are worth more than my words, but less than my memory. I promise to return.

do more of what makes you happy

Acerca dos dias de sol e da boa disposição, voltei!
Venho partilhar a nova maravilha que estou a ler, o livro Happy da Fearne Cotton. Estou a adorar. Já a acompanho praticamente desde que vim para cá viver. Sempre gostei do seu estilo irreverente mas, mais do que isso, a sua boa vibe é contagiante. Ela foi locutora de rádio e  uma óptima companhia nos meus primeiros anos aqui.
Basicamente o livro fala de como aproveitar as pequenas coisas da vida. Parar um bocadinho, inspirar fundo, olhar à nossa volta e sentir os cheiros.
Acabei de passar o fim-de-semana em casa e este livro fez ainda mais sentido. Desde ver os sorrisos das pessoas, a sentir os raios do sol a penetrar a minha pele, aquela sensação perfeita do calor.
Aproveitar uma bebida bem feita, agridoce, com amigos fantásticos. Rir com vontade, vindo de dentro. O amor e conforto dos meus pais, do meu cordão umbilical, faz me feliz!
E a ti? O que te faz despertar a felicidade?

                                                                             

I’m back, loving these sunny days and happy vibes all around!
I’m coming to share my newest book discovery. I’m currently reading Happy by Fearne Cotton, and it’s great so far. I follow Fearne since my first weeks when I moved here (London). Always loved her irreverent style and her good vibes. Always felt that her happiness is contagious.
If you don’t know her, she used to be a radio DJ and it was great company to me.
The book is about enjoying the little things in life. To stop for a second, take a deep breathe, look around you and smell.
I’ve just been home for a weekend, and the this book just made even more sense. From watching people simply smiling, feeling the sunshine on my skin, the perfect warmth. Enjoying a good drink, sweet but sour, with lovely friends. Laughing out loud, from the inside out. The love and comfort of my parents. It keeps me happy.
What about you? What triggers your happiness button?
Screen Shot 2017-04-17 at 4.22.13 pm